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quinta-feira, maio 16, 2013
quarta-feira, maio 01, 2013
Um pouco de poesia, senão eu sufoco - com Paulo Leminski
não sou o silêncio
que quer dizer palavras
ou bater palmas
pras performances do acaso
sou um rio de palavras
peço um minuto de silêncios
pausas valsas calmas penadas
e um pouco de esquecimento
apenas um e eu posso deixar o espaço
e estrelar este teatro
que se chama tempo
(Toda Poesia - de Paulo Leminski)
que quer dizer palavras
ou bater palmas
pras performances do acaso
sou um rio de palavras
peço um minuto de silêncios
pausas valsas calmas penadas
e um pouco de esquecimento
apenas um e eu posso deixar o espaço
e estrelar este teatro
que se chama tempo
(Toda Poesia - de Paulo Leminski)
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quarta-feira, abril 17, 2013
para ver o que importa
há que se dobrar
sobre um ponto qualquer
ao abrigo da luz
longe do necessário
indesejo de tudo ver
há que se dobrar
sobre um ponto qualquer
ao abrigo da luz
longe do necessário
indesejo de tudo ver
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domingo, dezembro 30, 2012
Equívocos
Vivo enganos que crio
Crio lama e soterro os pés
Os ventos me acariciam
Enquanto não ando
Venço soluços mas não a guerra
Grito
Entrego as armas
Quebro a armadura
Traio os dogmas
Não venço
Não perco
Mas me liberto.
Poesia de Juliane Cassini
Do livro: Fósforos, pólvoras e fogos de artifício, 2007.
Crio lama e soterro os pés
Os ventos me acariciam
Enquanto não ando
Venço soluços mas não a guerra
Grito
Entrego as armas
Quebro a armadura
Traio os dogmas
Não venço
Não perco
Mas me liberto.
Poesia de Juliane Cassini
Do livro: Fósforos, pólvoras e fogos de artifício, 2007.
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quarta-feira, outubro 24, 2012
A palavra amor
"Não se pode viver o êxtase sem morrer.
Separaram-se por um motivo fútil, quase inventado.
Não queriam morrer de paixão."
(Clarice Lispector)
por Viviane Mosé
Separaram-se por um motivo fútil, quase inventado.
Não queriam morrer de paixão."
(Clarice Lispector)
por Viviane Mosé
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Sozinha
A solidão é uma solução muito sozinha.
A solidão é uma solução sozinha.
A solidão não é uma solução
Só minha.
A solidão não é só minha.
A solidão não é sozinha.
(Viviane Mosé)
A solidão é uma solução sozinha.
A solidão não é uma solução
Só minha.
A solidão não é só minha.
A solidão não é sozinha.
(Viviane Mosé)
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segunda-feira, setembro 24, 2012
Sujeitos ocultam
O Eu lírico
passou debaixo da roleta,
o cobrador nem percebeu.
(Milton Braga da Motta Júnior)
Da série Poemas no ônibus e no trem 2011 - Porto Alegre
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sábado, setembro 22, 2012
haikais II
"o tempo apressa
o aparecer da folha
já prestes a cair"
(Fernando Nicolazzi)
o aparecer da folha
já prestes a cair"
(Fernando Nicolazzi)
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haikais
"minha solidão
espera tua volta
pendurada no portão"
(Ana Mello)
espera tua volta
pendurada no portão"
(Ana Mello)
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domingo, setembro 02, 2012
"Belezas são coisas
acesas por dentro
Tristezas são belezas
apagadas pelo sofrimento."
(Gal Costa na voz de Jorge Mautner)
acesas por dentro
Tristezas são belezas
apagadas pelo sofrimento."
(Gal Costa na voz de Jorge Mautner)
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domingo, agosto 26, 2012
"...E não se falava do depois, do por-vir! Era como se existisse um acordo tácito que decretava: vivamos o instante! Ele por si só já nos basta!
Ao mesmo tempo, havia uma espécie de intimidade que só se alcança numa dança..."
(Alice Grasiela, 2012)
Ao mesmo tempo, havia uma espécie de intimidade que só se alcança numa dança..."
(Alice Grasiela, 2012)
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terça-feira, agosto 21, 2012
Vira o disco
"Vira o tétrico disco e segue adiante.
E daí que a vida matou o amor,
que enegreceu o que era somente cor,
que envelheceu teu coração infante?
Segue adiante e vira o tétrico disco.
Há de ter outras cores numa esquina
próxima. A tristeza não quer ser sina tua.
E, se for, inventa um melhor risco.
O coração, se estás vivo, não morre
e, mais, pode ser outra vez criança.
Inventa com o que vier teu porre
de coisa boa. Dança a nova dança
e diz à tristeza que a vida corre
sem o disco ruim da desesperança."
Cezar Dias
http://poemasnoonibus.blogspot.com.br/2010/11/vira-o-disco-vira-o-tetrico-disco-e.html
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terça-feira, agosto 07, 2012
Poemas no Ônibus
Momentos
Apaixonada, entrou no ônibus e leu a placa:
"Fale ao motorista somente o indispensável"
Suspirou e então disse:
- Eu te amo!
(Poema de Milton Júnior)
Apaixonada, entrou no ônibus e leu a placa:
"Fale ao motorista somente o indispensável"
Suspirou e então disse:
- Eu te amo!
(Poema de Milton Júnior)
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sábado, maio 19, 2012
quarta-feira, abril 11, 2012
Condição
"À soleira da porta
as despedidas
permanecem"
(Cíntia Perin - Poemas no ônibus)
as despedidas
permanecem"
(Cíntia Perin - Poemas no ônibus)
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quarta-feira, outubro 26, 2011
sexta-feira, abril 09, 2010
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